Em muitas empresas, existe um paradoxo: vendem, entregam, faturam — mas não sabem exatamente quais produtos ou serviços realmente sustentam o negócio.
A rotina, os hábitos e as tradições acabam criando um mix confuso, onde o gestor perde a visibilidade do que gera margem e do que apenas consome energia.
Quando o volume engana
Vender muito não significa lucrar.
Muitos produtos de grande giro têm margens tão baixas que anulam o lucro dos demais. A empresa trabalha mais, assume mais riscos e o caixa… continua igual.
O peso invisível do mix
Sem uma análise profunda, o portfólio vira uma coleção de preferências antigas. Produtos que já foram rentáveis permanecem por inércia, enquanto oportunidades reais ficam escondidas — esperando um olhar mais atento.
A clareza que liberta
Toda empresa precisa se perguntar:
• Quais produtos realmente constroem caixa?
• Quais apenas ocupam espaço e drenam recursos?
• Onde estão as oportunidades esquecidas?
Olhar para o mix com isenção — sem vícios ou apegos — é o que separa empresas que crescem com propósito daquelas que apenas se esforçam sem retorno.
Quando essa clareza chega, o resultado aparece: margens mais saudáveis, caixa forte e crescimento de verdade.
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